Avaliação de empresas: Uma boa alternativa para qualquer tamanho e tipo de negócio.

 

Volta e meia aparecem notícias de fusões e aquisições de empresas nos jornais. Podemos citar desde os fatos mais antigos como as fusões que geraram a Ambev até os mais recentes como a fusão da TRIP com a Azul, que são casos de sucesso.   Há também exemplos de empresas cujas marcas são conhecidas nacionalmente, porem em situação econômico-financeira negativa, como os curiosos casos da Daslu que teve todas suas loja adquiridas por cerca de um mil reais (Claro que assumindo-se as dívidas) e o caso do Hopi Hari que teve sua operação assumida por meros cinquenta reais. O volume destas operações  são cada vez maiores independente de geração de lucro ou prejuízo, pois muitas vezes um comprador não procura somente lucros imediatos, mas sim oportunidades de aplicação de estratégia e gestão para retomada e aproveitamento de grandes marcas.

Somente em julho do ano passado foram fechadas 67 grandes operações de fusões e aquisições no Brasil (15% maior em relação ao mesmo mês de 2011), as operações foram concentradas nos setores de tecnologia da informação, química e petroquímica e varejo segundo dados da PwC. No acumulado de janeiro a setembro de 2012, 467 negócios foram feitos no mercado brasileiro, 12% a mais em relação aos sete primeiros meses de 2011.

Fatos como esses nos remetem a pensar se o assunto é somente para grandes empresas ou se devem influenciar no dia a dia de pequenas e médias empresas.

Na realidade essa sistemática está mais próxima do que imaginamos, foi o que aconteceu com a Brasweld, indústria de soldas especiais situada em Araraquara – SP, com mais de 11 anos de mercado e atuação nacional, quando seu acionista fundador resolveu saber quanto vale sua empresa. Durante a execução dos trabalhos, deparou-se com perspectivas de mercado que permitirão crescimento maior do que a capacidade atual dos recursos, o que fomenta a busca por novos investidores para aproveitar as oportunidades futuras, compartilhando a gestão de seu negócio. Outro bom exemplo de empresa que se prepara para as oportunidades do mercado é a agencia de comunicação digital OW Interactive de Ribeirão Preto, que pensando nas grandes tendências do mercado digital para o Brasil, viu que menos de 60% das empresas nacionais possuem web site e que o faturamento do setor cresceu 50% de 2011 para 2012. “Decidimos que é hora de crescermos com foco acompanhando o mercado” afirma seu sócio fundador Oswaldo Terreri Neto. A OW fez a avaliação da empresa (valuation) e estão na busca de investidores dispostos a compartilharem desse plano de ampliação da participação no mercado.

Essas e outras empresas de atuação nacional, porém localizadas em cidades do interior de São Paulo estão aproveitando o aquecimento dos investimentos no Brasil e nos grandes volumes de transações entre empresas para aproveitarem as boas tendências futuras e tomarem ações para o crescimento e perenidade de seus negócios. Com as economias americana e europeia andando de lado, é cada vez maior o número de empresas estrangeiras buscando boas oportunidades de investimentos no Brasil, que vive um momento único de oportunidades para os empreendedores. Seja por sediar grandes eventos esportivos, seja por possuir um diversificado mercado interno cujo poder de compra aumenta ano a ano com a ascensão da classe C. Em cenários como estes vão sobressair as empresas que estiverem preparadas para aproveitar esse momento. E nessa hora, a resposta para uma simples pergunta pode fazer toda a diferença: Você sabe quanto vale sua empresa?

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